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terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Coleção Imaginarium

Nome da Peça : "Yes" 
Peça única feita à mão por Artur Louro 
Grés refractário vidrado 
Disponível por Msg Privada 



Nome da peça : Onda Pleiadiana
Cerâmica Artística Artesanal 
Grés refractário vidrado 
Peça única feita à mão por Artur Louro 
Disponível por Msg Privada 








domingo, 10 de novembro de 2019


Bom dia,
Numa escapadinha rápida fui satisfazer a curiosidade e ver como estava o trabalho que se encontrava a sair do forno...2 peças...uma está muito boa, outra ficou muito má...

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Afinal, o que é Argila?


Argila também é conhecida popularmente como Barro.

Este tipo de material, em geral, tem uma textura terrosa e pode ser facilmente modelado quando humedecido ou molhado.

Esta característica de poder ser modelado é chamada de plasticidade.

Outro ponto que caracteriza as Argilas é o fato de serem constituídas de partículas muito finas.

Reparou que escrevi " as Argilas ", no plural?
Foi porque existem vários tipos de Argilas. E esses vários tipos são formados por componentes diferentes.



Existem Argilas vermelhas, Argilas brancas, Argilas que servem para fazer Piso e Azulejo, Argilas que servem para fazer Telhas, Tijolos, etc.




Click Aqui para ver varios tipos de Barro


Existem realmente muitos tipos de Argilas, inclusivé o que se chama de "Argila gorda" e "Argila magra".
Argila gorda é aquela que é muito pura, fácil de ser modelada e muito plástica.

A Argila magra é o contrário, muito mais dificil de ser trabalhada.
O resultado final das peças que vão ser feitas depende muito, entre outras coisas, do tipo de Argila usada




Falarei mais à frente de cada uma das Argilas e suas propriedades

sábado, 6 de dezembro de 2014

O que se pode Classificar de peça de Arte - Parte 2

( Continuação do post anterior )
Se não Leu o primeiro artigo click aqui para Lêr

Mas por outro lado, pode acontecer que uma Peça de Arte, no sentido da expressão individual, possa nem sequer ser bonita e somos tentados a questionar a razão.








Se a Peça que é a genuína expressão da personalidade de um homem

falha em agradar os gostos daqueles treinados nas mais finas percepções,

alguma coisa tem que estar mal.







Se a opinião adversa vier em geral de entre os críticos,
pode-se assumir que eles estão certos e que o Artesão está errado.
Por exemplo,
a forma de uma Flor não é muito apropriada para ser um receptáculo para uma vela.
Acontece que muitas vezes que o criativo,
deslumbrado com a beleza de, digamos, uma Tulipa,
modele a Flor em Barro e a transforme num Candelabro.




Agora é óbvio que,
quanto melhor o modelo simular a Flor,
menos apropriada será para tal fim.
Para que o modelo seja o pesado o suficiente para se pôr a uso,
tem que estar bem distante do seu protótipo.
Se adoptarmos um design de um candelabro convencional
as folhas da Flor podem até aparecer em relevo ou a caír
mas teremos que ter sempre uma fundação sólida para que se considere usar.





Uma das formas favoritas dos Designer
é a de um ninho de pássaro feito no caule da Flor.
Aqui a mesma crítica se aplica. Um ninho é sempre construído para que a água escorra.
Nem os ninhos de lama são completamente estanque e a ideia é obviamente inapropriada.
É por isso importante que se evite copiar especialmente na imitação de materiais.



Barro Branco decorado com Vidrados
Artur Louro
Quantas vezes ouvimos "Que bonito, parece Bronze."

Isto, é claro, vem do observador casual
para quem a capacidade de imitação é agradável
uma ideia que não deve ser perseguida partindo do princípio de que imitar um material num outro diferente é Errado
em todas as perspectivas.




Nem é necessário.
O Barro é suficiente em si mesmo.
Existem tantos efeitos possíveis na Cerâmica
que não são possíveis com mais matéria nenhuma,
que é completamente supérfluo perseguir texturas e cores impossíveis.






Para que fique claro, essas coisas são populares mas isso não faz delas sãs de princípios nem verdadeiras no gosto.

( Continua )


sábado, 29 de novembro de 2014

O Mito de Jívaro - Amazonas

Hoje decidi escrever em Português pois são ainda bastantes os meus amigos com origem nesta língua.
Trago-vos um Mito da criação que como muitos outros têm no Barro o inicio de tudo.

No Evangelho segundo de S. João, 1:1 – “No princípio era o Verbo, e o
Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus”.

Ou na referência mitológica grega no poema Teogonia, de Hesíodo (final do
século VIII a.C.), que versa sobre a criação do mundo: “No princípio, era o Caos” –
abismo sem fundo, vazio primordial, matéria eterna, rudimentar, mas dotada de
energia prolífica (Furlani, 1992, p.3-4).

Pois eu digo que no inicio era o Barro, não somente o Verbo ou o Caos.
Esta ligação com a Terra que se conhece tão antiga como a nossa própria existência é um dos maiores tesouros da Humanidade, tem sido ela que, sem necessidade de reconhecimento, nos tem impulsionado à descoberta do que possa estar mais além. O Mito de Jívaro é proveniente de tribos da Amazónia. Podemos de certa forma despistar a sua origem até à Genesis da Biblia, com a criação em sete dias estando "Yus" no lugar de " Deus "
Espero que gostem e que possam deixar um pensamento na forma de comentário.



O Mito de Jíbaro - A Criação


A Terra, ao principio estava vazia e fria. "Yus", o Criador, pensou em cobrir a Terra seca com árvores gigantes e pequenas plantas. O vento movia-se entre os ramos, o que lembrou "Yus" que precisava de povoar a sua Criação com pequenos animais que se moveriam com o vento. Criou assim pequenos animais como as moscas e outros insectos, serpentes que também se moviam. Junto a eles colocou pequenos animais que saltavam de ramo em ramo, mortos de sede.


Foi então que se deu conta de que não tinha água, ao que agarrou num jarro de Ouro e derramou o liquido sobre a copa das árvores formando-se entre elas os primeiros mananciais e depois enormes rios, que se povoaram de imediato com inúmeros peixes.
Olhou então o Céu, e estendendo as mãos às alturas, cobriu o Céu aparecendo então o Sol, a Lua e as Estrelas.

No entanto "Yus" não estava satisfeito com a sua criação visto que as suas criaturas eram demasiado simples para compreenderem a grandeza da sua obra, pegou num punhado de Barro e modelou uma figura de Homem.
Logo subiu a um enorme Vulcão e sobre a sua cratera se cozeu o Homem. "Yus" soprou sobre a figura para lhe dar corpo, dando-lhe assim a vida e a inteligencia que se estenderam pela Terra.